PAULA ALVES
Caminhos da subjetividade e psicanálise clínica
PAULA ALVES
Po-éticas da subjetividade
Psicanálise clínica

O sofrimento psíquico nem sempre se deixa compreender por aquilo que o desencadeia. Há sofrimentos que retornam, situações que se repetem, sintomas que persistem mesmo quando reconhemos aquilo que gostaríamos de mudar em nós.
A psicanálise trata do sofrimento humano e da distância entre o que sabemos e aquilo que, ainda assim, insiste.
A ANÁLISE
A análise é um trabalho de elaboração. Pela fala e pela escuta, debruçamo-nos sobre as lacunas e as marcas inscritas no corpo e no pensamento, buscando, diante do excesso ou da paralisia, a possibilidade de um gesto criativo e vital.
Esse percurso, porém, não está dado de antemão: constrói-se a partir do que emerge no processo.
Raça, gênero, classe, sexualidade, migrações e experiências culturais são elementos importantes à minha escuta, já que participam ativamente dos modos como nos constituímos. Considerar essas dimensões não significa reduzir uma experiência a elas, mas reconhecer de que maneira atravessam uma trajetória singular.

A QUEM SE DIRIGE ?
Uma angústia persistente, uma perda, dificuldades nas relações, no trabalho ou na sexualidade podem levar alguém a procurar uma análise. Também quando pensamentos se tornam difíceis de interromper, a culpa ocupa espaço demais ou certas situações se repetem apesar das tentativas de fazer diferente.
Os diagnósticos podem ser importantes, mas não esgotam aquilo que acontece a uma pessoa. Uma análise procura compreender como heranças genéticas e simbólicas participam dos modos como somos afetados pelo que vivemos e por sua vez, como respondemos a esse afeto.
Há sofrimentos que pertencem à dimensão trágica da existência e diante dos quais não há solução: acontecimentos que não podem ser desfeitos. Há também sofrimentos que nos prende — quando nos voltamos contra nós mesmos ou contra aqueles a quem estamos intensamente ligados.
Este é o território da Psicanálise.
O ENQUADRE

A análise acontece em um espaço dedicado à escuta e à palavra.
Alguns aspectos do enquadre organizam e sustentam esse trabalho.
FORMATO
FREQUÊNCIA
SESSÕES
HORÁRIOS E
CANCELAMENTOS
Atendimento presencial em Perdizes, São Paulo, e online para pessoas que vivem no Brasil ou no exterior.
A frequência geralmente semanal é o que permite a continuidade do processo. Essa combinação pode ser conversada e ajustada quando necessário.
As sessões têm 50 minutos de duração. O horário é combinado previamente e mantido com regularidade.
Os honorários e as condições de cancelamento são combinados previamente. Avisos com menos de 24h são considerados como sessão.
Tudo o que é dito nas sessões é confidencial.
A confidencialidade é um princípio ético fundamental do trabalho analítico.
PERCURSO
Sou mestra em Teoria e Prática Psicanalítica pelo Centro de Estudios Freudianos de Madrid e especialista em Intervenções Terapêuticas Relacionais pelo Institut Català D. Winnicott, em Barcelona. Sou também mestre em Arte-Terapia pela Sorbonne Paris-Cité, na França.
Venho do campo das artes, percurso que atravessa minha prática clínica e meu interesse pelas relações entre psicanálise, corpo e criação.
Minha prática se formou no trabalho com crianças, adolescentes e adultos, em instituições, grupos terapêuticos e atendimentos individuais. Em 2017, realizei uma residência na Clínica de La Borde, na França, referência da psicoterapia institucional e marcada pelo trabalho de Jean Oury e Félix Guattari. Desde 2022, dedico-me à clínica psicanalítica individual.

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